sábado, 17 de maio de 2014

(155) Dureza...(Lionesa)

“As expressões vincadas nos nossos rostos falam muito mais do que a dureza das palavras.
O contraste entre a nossa paz interior e a dureza do mundo exterior é cansativo e obriga-nos a estar mais tempo com nós mesmos, longe dos ensurdecedores ruídos energéticos e da consciência de massa. Há certos traços de dureza que ocultam autênticos tesouros de sensibilidade e de afecto. A dureza dos dias molda a face dos vitoriosos e somente no mar bravo é que se descobre o verdadeiro marinheiro.
É por isso que a dureza da vida nos obriga a aprender que no tempo que corre, o coração é um alvo fácil e vulnerável para a falsa ambição dos olhos que envenenam a alma, dilaceram os sentimentos e azedam a nossa existência.
Da suavidade de uma esponja molhada até à dureza de um diamante, existem infinitas diferenças. Eis o homem…”

sábado, 19 de abril de 2014

(154) Indecisão...(Porto)


“Não é tempo de ficar indeciso por muito tempo.
Pior do que uma decisão errada é uma indecisão contínua.
Pensar durante muito tempo, mas nunca decidir, pode levar a que quando decidires foi-se a oportunidade. Uma decisão errada, na maior parte das vezes, pode ser corrigida. Uma indecisão contínua impede-te de concretizares, impede-te de cresceres, impede-te de agires e cria uma enorme desmotivação...
É preciso acreditares na tua própria capacidade de acertar e ir em frente. Precisas acreditar que os obstáculos serão sempre vencidos, um a um, e não todos de uma vez só. 
Pensar nos obstáculos como um só bloco, apenas te levará a desistires, porque te achas incapaz de os vencer. Acredita em ti. Acredita na tua capacidade de vencer obstáculos e atingir a cada dia o sucesso que mereces.
Nem sempre sabemos o caminho certo a escolher, mas se ficarmos na indecisão, não chegaremos a lugar algum."

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

(153) A onda da Vida...(Foz-Porto)

“Imagina a tua vida, como se tudo se resumisse a uma grande onda. Todas as coisas passam, turbulentas e fortes ou de forma subtil e muitas vezes quase imperceptíveis… mas é justamente porque a tua vida se assemelha a uma gigante onda que tudo pode voltar sempre ao areal da praia onde te espraias sonolento. Esta é a melhor parte de toda a tua vida. Ter mais uma oportunidade de te recompores e aproveitares o que passou e conseguires perceber o que de facto atrapalhou a tua vida. 
Ás vezes é preciso voltar…volta sempre…como a onda!”.

domingo, 3 de novembro de 2013

(152) Outono I...Águas Santas)

"No OUTONO opera-se toda a transformação da natureza que se desfaz de tudo o que já não tem valor, de tudo o que um dia foi vida, beleza, frutos e flores, mas que hoje já nada é suficiente para continuar o verde caminho da Esperança. Ficarão na memória como lembranças boas e outras não tão boas assim, para dar lugar ao novo, ao desconhecido, a uma nova vida na Primavera."

(151) Outono...(Águas Santas)

"O Outono derruba todas as pétalas, pinta-se de cores quentes, mas não destrói os aromas, e na próxima primavera tudo volta ao inicio e de novo regressam as pétalas. Aproveita-as, antes que outro Outono venha e as leve de novo."

sábado, 19 de outubro de 2013

(150) Lágrimas III...(Águas Santas)

“Nunca sabemos se a vida é curta ou longa. Mas sabemos que nada daquilo que vivemos faz sentido, se não conseguirmos tocar o coração das pessoas que nos rodeiam. 
Na maioria das vezes basta ser: um colo que acolhe, um braço que envolve, uma palavra que reconforta, aquele silêncio que se respeita, uma alegria que contagia, aquela lágrima que corre pela face, um olhar que acaricia, ou um desejo que sacia…”

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

(149) Cicatrizes...(Porto)

“Todos possuímos cicatrizes e até nos lugares mais inesperados. São como mapas secretos das nossas vidas. Sulcos de velhas feridas. A maioria até pode sarar, e nada mais ficará para além de uma cicatriz. Mas algumas não curam. Algumas carregámo-las connosco para todos os lugares, e embora a ferida já há muito não exista, a dor essa permanece ainda e sempre...
E colocámo-nos a questão: 
- O que será pior, novas feridas tremendamente dolorosas ou velhas feridas que o tempo já deveria ter sarado? 
Talvez as velhas feridas sempre nos ensinem algo. Porque elas lembram-nos onde estivemos e o que superamos. Ensinam-nos lições de vida e sobre o que evitar no futuro. Mas não é o que acontece, pois não? Algumas coisas nós vamos ter que aprender de novo, e de novo, e de novo...”