sexta-feira, 16 de abril de 2010

(82) Tranquilidade II...(Foz-Porto)


"De repente fui invadido assim, por uma tranquilidade quase absurda. Aquela tranquilidade meio cínica, meio perplexa, de quem sabe que já viu quase tudo que havia a ser visto... aquela tranquilidade de quem conhece o caminho..."

(81) Tranquilidade I...(Foz-Porto)




"Apenas desejo a tranquilidade e o descanso, que são os bens que os mais poderosos reis da terra não podem conceder a quem os não pode tomar pelas suas próprias mãos".

segunda-feira, 12 de abril de 2010

(80) Selectividade...(Maia)


"Hoje, contemplando o fim de mais uma tempestade, já não me detenho a recolher todos os destroços como antes...apressadamente. Olho o catavento, analiso a direcção do vento e tento recolher o essencial da destruição...levanto a minha cabeça e sigo em frente..."

(79) O Telhado...(Soalhães)

"Olha para trás e vê, como tantas vezes quiseste e não conseguiste... pediste e não te deram... E agora, é o som de todos os nãos, os ouvidos e os engolidos, que ressoam como granizo no telhado de onde vives e não te deixam dormir.."

(78) Persistente...(V.N.Gaia)


"Sê como a águia imponente que voa sem nada temer e ainda que uma asa esteja partida terá força com a outra para se arrastar... Sê como as pedras que rolam pela força das mesmas...nem que seja até ao precipicio. Mas sê sempre persistente".

quinta-feira, 8 de abril de 2010

(77) O Espelho...(V.N.Gaia)

“O mundo ao teu redor é um reflexo, um espelho que mostra quem és.
Olha o teu reflexo no espelho e vê como mudaste... Mas, os teus olhos continuam iguais...Enquanto te olhas, os teus pensamentos voam, perdidos e escondidos nos teus problemas também...apenas olhas o espelho.Vê os teus erros, vê o modo como os manipulas, mas terás que te orgulhar sempre da tua imagem reflectida no espelho...da vida.”

quarta-feira, 7 de abril de 2010

(76) Ponto de partida...(Porto)


“As luzes da cidade indicam o fim de um dia... volto cansado ao ponto de partida. A vida ensinou-me que cada ponto de chegada é sempre um ponto de partida. Tudo na vida depende de um ponto de vista, de partida, de chegada, de observação e do ponto final. Se a partida é mesmo inevitável, se o sonho é mesmo indispensável, se a vida é mesmo impenetrável, ao menos arriscarei a trazer no olhar as luzes dos primeiros sonhos e a certeza de que vou sorrir...”